No dia anterior à publicação do Manifesto do Partido Comunista, Engels esteve para não colocar o seu nome ao lado do de Marx, como comprova a SMS que lhe enviou:
"Colectivo o Car@lh*! Se voltas a falar do colectivo quando for para pagar o jantar novamente, ponho-me no car@lh*! Não há manifesto para ninguém!"
Enviada em 1848-02-20 às 17:38 CET
domingo, 19 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
O "azar" de Jackson
"Fogo, meu, que azar o penálti falhado pelo Jackson!"
Ouvi isto várias vezes e pensei: será que as pessoas sabem o que é azar, quando se referem a um chuto na bola que não entrou na baliza? Azar teve o Palinuro!
E quem é o Palinuro?
Não, não é um jogador romeno do Benfica dos tempos da Parmalat.
Palinuro é tão somente o piloto do barco de Eneias.
Eneias é o herói de um livro que, curiosamente, se chama Eneida.
Ora, Eneias, em dado momento da história, falece-lhe o pai e como ainda tinha algumas coisas para lhe dizer, decide fazer-lhe uma visita ao reino dos mortos. Sucede que, à entrada do reino, estava uma chusma de gente, vestida de sombras, à espera de entrar e que não o podia fazer por se encontrarem insepultos, algures espalhados pelo mundo. Se não fossem sepultados ficariam cem anos à espera de entrar no reino dos mortos, como se fosse um sítio onde houvesse pressa para entrar. Dentre esta gente encontrava-se Palinuro, que decide contar a Eneias como e onde faleceu.
E sucedeu desta forma:
Num dia de tempestade, estava Palinuro ao leme quando um vagalhão sacudiu o navio e o expulsou pela popa. Palinuro, em alto mar, em vez de estar preocupado com a sua sobrevivência, fica apreensivo com a sobrevivência dos que ficaram no navio. Acontece que, com a queda, Palinuro levou para o mar também o leme e pensa que, assim, ninguém poderá conduzir o navio. Com isto em mente, nada durante quatro dias e quatro noites até avistar terra.
Cansado, sem forças, com os companheiros no pensamento, deita-se na praia para descansar. Eis se não quando surgem os habitantes locais que, sem fazerem quaisquer questões, o matam com estocadas de espadas.
Agora, quando quiserem falar de azar, falem-me do Palinuro. Caiu de um barco, no meio de uma tempestade, sobreviveu em mar alto quatro dias e, quando encontra terra, é morto sem poder abrir a boca. Isto é que é azar!
Agora o Jackson! É metade falta de jeito e metade mérito do Patrício!
Azar teve o Palinuro!
Ouvi isto várias vezes e pensei: será que as pessoas sabem o que é azar, quando se referem a um chuto na bola que não entrou na baliza? Azar teve o Palinuro!
E quem é o Palinuro?
Não, não é um jogador romeno do Benfica dos tempos da Parmalat.
Palinuro é tão somente o piloto do barco de Eneias.
Eneias é o herói de um livro que, curiosamente, se chama Eneida.
Ora, Eneias, em dado momento da história, falece-lhe o pai e como ainda tinha algumas coisas para lhe dizer, decide fazer-lhe uma visita ao reino dos mortos. Sucede que, à entrada do reino, estava uma chusma de gente, vestida de sombras, à espera de entrar e que não o podia fazer por se encontrarem insepultos, algures espalhados pelo mundo. Se não fossem sepultados ficariam cem anos à espera de entrar no reino dos mortos, como se fosse um sítio onde houvesse pressa para entrar. Dentre esta gente encontrava-se Palinuro, que decide contar a Eneias como e onde faleceu.
E sucedeu desta forma:
Num dia de tempestade, estava Palinuro ao leme quando um vagalhão sacudiu o navio e o expulsou pela popa. Palinuro, em alto mar, em vez de estar preocupado com a sua sobrevivência, fica apreensivo com a sobrevivência dos que ficaram no navio. Acontece que, com a queda, Palinuro levou para o mar também o leme e pensa que, assim, ninguém poderá conduzir o navio. Com isto em mente, nada durante quatro dias e quatro noites até avistar terra.
Cansado, sem forças, com os companheiros no pensamento, deita-se na praia para descansar. Eis se não quando surgem os habitantes locais que, sem fazerem quaisquer questões, o matam com estocadas de espadas.
Agora, quando quiserem falar de azar, falem-me do Palinuro. Caiu de um barco, no meio de uma tempestade, sobreviveu em mar alto quatro dias e, quando encontra terra, é morto sem poder abrir a boca. Isto é que é azar!
Agora o Jackson! É metade falta de jeito e metade mérito do Patrício!
Azar teve o Palinuro!
SMS histórica V
Pelos vistos, quando foi publicado o romance de Dan Brown, O Código Da Vinci, também Jesus o leu e enviou uma SMS ao autor:
"Já papei melhor, ó bandalho!"
Enviada em 2004-12-25 às 00:00 CET
"Já papei melhor, ó bandalho!"
Enviada em 2004-12-25 às 00:00 CET
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Ovídio e a escolha do título do livro
Antes de Ovídio ter escolhido para título do livro Arte de Amar, ponderou outras hipóteses:
- A arte de comer gajas - um acto plural
- Como escolher o melhor naco de carne no talho
- Saiba como escolher o melhor depositório de sémen
- Manual de gado bovino
- Como comer à fartazana sem engordar
- Gajas: esse animal domesticável
- A arte de comer gajas - um acto plural
- Como escolher o melhor naco de carne no talho
- Saiba como escolher o melhor depositório de sémen
- Manual de gado bovino
- Como comer à fartazana sem engordar
- Gajas: esse animal domesticável
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
SMS histórica IV
Kierkegaard, no leito da sua morte, enviou uma SMS a Kant, o qual havia sido criticado na obra do filósofo dinamarquês:
"Tinhas razão, pá!"
Enviada em 1855-11-11 às 03:22 CET
"Tinhas razão, pá!"
Enviada em 1855-11-11 às 03:22 CET
Entrevista de Verão ao Messias
Farto de esperar pelo Verão, o Javali decidiu publicar uma entrevista (precisamente de Verao) com o nosso Messias, Jesus Cristo.
Qual o seu filme preferido?
A paixão de mim.
E livro?
O evangelho segundo eu, de José Saramago.
Qual o perfume que usa?
Aqua di dio.
Comida predilecta?
Gafanhotos com mel silvestre.
O que leva sempre quando viaja?
Pregos, para substituir, e cuecas, para evitar descuidos com a túnica.
Quem levava para uma ilha deserta?
A Jéssica Athayde, se perdesse uns quilitos.
Qual a sua música favorita?
Eu superstar.
Qual o seu maior defeito?
Ser demasiado bom.
E maior qualidade?
Talvez o pénis. É divinal!
Quem é o seu ídolo?
Tenho que dizer que é o meu pai, até porque ele deve estar a ouvir.
Qual o seu lema de vida?
Espelho, espelho meu, existe alguém no reino de Deus mais belo do que eu?
Quem é o seu inimigo?
Branca de Neve. E Frei Hermano da Câmara.
Qual é o seu hobbie?
Ilusionismo.
Qual a sua viagem por realizar?
A Meca.
Qual o seu filme preferido?
A paixão de mim.
E livro?
O evangelho segundo eu, de José Saramago.
Qual o perfume que usa?
Aqua di dio.
Comida predilecta?
Gafanhotos com mel silvestre.
O que leva sempre quando viaja?
Pregos, para substituir, e cuecas, para evitar descuidos com a túnica.
Quem levava para uma ilha deserta?
A Jéssica Athayde, se perdesse uns quilitos.
Qual a sua música favorita?
Eu superstar.
Qual o seu maior defeito?
Ser demasiado bom.
E maior qualidade?
Talvez o pénis. É divinal!
Quem é o seu ídolo?
Tenho que dizer que é o meu pai, até porque ele deve estar a ouvir.
Qual o seu lema de vida?
Espelho, espelho meu, existe alguém no reino de Deus mais belo do que eu?
Quem é o seu inimigo?
Branca de Neve. E Frei Hermano da Câmara.
Qual é o seu hobbie?
Ilusionismo.
Qual a sua viagem por realizar?
A Meca.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
SMS histórica III
No cerco da Guerra de Tróia, Ulisses enviou uma mensagem ao rei sitiado, Príamo, com o seguinte conteúdo:
"Queres cavalo?"
Enviada em cerca de 1200-1400 a.C., ao fim da manhã
"Queres cavalo?"
Enviada em cerca de 1200-1400 a.C., ao fim da manhã
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